Foto: DR

O Mercado semanal que se realiza aos sábados de manhã em Tramagal volta a realizar-se a partir deste sábado, dia 6 de junho, com as tradicionais bancas de roupa, calçado, e outros artigos, depois da atividade dos feirantes ter sido interrompida há alguns meses devido à pandemia. A reabertura está condicionada ao cumprimento de todas as normas e recomendações veiculadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS), de modo a garantir as condições de segurança e higiene no exercício da sua atividade.

“Tivemos de fazer as adaptações necessárias em termos de segurança, distanciamento, com marcações no piso e sinalização de entradas e saídas, criar um espaço que permita a passagem de uma ambulância caso seja necessário, para além de criar uma sala de apoio a alguém que sinta doente”, disse ao mediotejo.net Sérgio Lopes, secretário da Junta de Freguesia de Tramagal. Além disso, a par das modificações introduzidas aquando da reaberta do mercado de frescos, é obrigatório o uso de máscaras e disponibilização de gel desinfetante, não sendo permitido agora aos feirantes a venda para além do espaço delimitado entre a o início da rua da Junta de Freguesia e do pavilhão municipal, estando os mesmos sinalizados com baias de segurança.

O Mercado semanal (retalhista e grossista) que se realiza aos sábados em Tramagal volta a realizar-se a partir deste sábado, dia 6 de junho, com as tradicionais bancas de roupa, calçado, e outros artigos. Foto: mediotejo.net

De acordo com a Resolução do Conselho de Ministros n.º 38/2020 de 17 de maio de 2020, no âmbito da nova fase de desconfinamento, a reabertura dos mercados obriga à existência de um plano de contingência para a covid-19 que foi preparado pelos serviços municipais de Abrantes e que a junta de freguesia seguiu, adaptou e implementou no terreno.

Para além do uso de máscara ou viseira por parte de comerciantes e clientes e a higienização regular das mãos, este plano de contingência obriga a outras regras, nomeadamente quanto ao acesso, ocupação, permanência e distanciamento físico, assim como as orientações da DGS, e observa um conjunto de procedimentos de prevenção e controlo da infeção.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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