Trail solidário “Rota da Hakea” regressa dia 31 em percurso pela ribeira de Alcolobre. Foto: mediotejo.net

A Brigada Mecanizada irá realizar o VII Trail Solidário “Rota da Hakea” no dia 31 de maio, no Campo Militar de Santa Margarida, em Constância, este ano com um percurso que inclui passagem pela ribeira de Alcolobre. O evento, com inscrições até 23 de maio, integra as vertentes de trail longo (25km), trail curto (16km) e caminhada (8 km). Os bens recolhidos serão doados ao Centro Social Paroquial de Tramagal.

Este evento tem como objetivo angariar bens alimentares, produtos de higiene e de limpeza e Brinquedos para posterior doação a uma Instituição Particular de Solidariedade Social de Tramagal, onde estão inseridas as valência de creche, centro de dia e um lar de idosos, prestes a inaugurar. Neste âmbito, é objetivo do Exército Português angariar o máximo de bens alimentares, produtos de higiene e limpeza, brinquedos, e outros, que será a forma de inscrição dos participantes, população e patrocinadores.

O trail “Rota da Hakea” é um evento gratuito de trail running que percorre trilhos e caminhos nos concelhos de Abrantes, Constância e Chamusca, onde se destaca a paisagem da ribeira de
Alcolobre, enquadrado nas vertentes de trail longo (25km), trail curto (16km) e caminhada (8 km), explicou o Tenente Coronel Carlos Narciso, na sessão de apresentação, em Santa Margarida.

ÁUDIO | TENENTE CORONEL CARLOS NARCISO, ORGANIZAÇÃO ROTA HAKEA:

O Trail Rota da Hakea vai percorrer vários trilhos da região em três distâncias, com incidência na ribeira de Alcolobre e em terrenos do Campo Militar de Santa Margarida e, numa zona de Abrantes, área de influência do Regimento de apoio Militar de Emergência (RAME). O percurso mais comprido passará por território de três concelhos: Constância; Abrantes e Chamusca. A novidade este ano é que há um ponto comum às três distâncias que incide no facto de se poder apreciar a fauna e flora da ribeira de Alcolobre, espaço que vai contar em breve com um Centro de Interpretação na antiga escola primária do Crucifixo.

A última edição do Trail Rota da Hakea, organizado pelo Batalhão de Infantaria da Brigada Mecanizada, juntou o ano passado 343 atletas na prova desportiva de cariz solidário e que resultou na angariação de 2,1 toneladas de bens alimentares, produtos de higiene e de limpeza, que foram doados ao Centro Social e Paroquial do Tramagal. 

Na apresentação da edição de 2025, os diretores Pedro Rodrigues e António Veiga agradeceram o apoio solidário da prova que consideraram muito importante para a instituição.

ÁUDIO | ANTÓNIO RUI VEIGA, CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE TRAMAGAL:

Na sessão de apresentação da VII edição da Rota da Hakea,, que contou ainda com a presença dos vereadores da Câmara de Abrantes, Raquel Olhicas e Luís Dias, o Brigadeiro-General Afonso Calmeiro, comandante da Brigada Mecanizada, destacou a componente solidária de uma prova desportiva que visa aproximar a instituição militar das comunidades onde está inserida.

ÁUDIO | BRIGADEIRO GENERAL LUÍS CALMEIRO, COMANDANTE DA BRIGADA:

Os padrinhos da prova deste ano serão Tiago Vieira, Arsénio Santos, Sónia Ribeiro e Patrícia Lobo, juntando-se o Capitão André Bernardino que, sendo triatleta, vai competir na prova curta.

O período das inscrições decorre até 23 de maio, através do link disponível AQUI.

Para participar no trail longo e curto os participantes deverão ter 18 anos, A caminhada será aberta a todas as idades, incluindo menores, desde que acompanhados. O trail “Rota da Hakea” é limitado a 700 participantes. O VI Trail Solidário – Rota da Hakea”, evento anual realizado pela primeira vez em 2016, tem o objetivo de salientar a importância da atividade física e da solidariedade, promovendo a angariação de bens alimentares, produtos de higiene e de limpeza para posterior doação, sendo o Centro Social e Paroquial Nossa Senhora da Oliveira, em Tramagal, a instituição selecionada. 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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