A Feira de São Brás é uma recreação das feiras dos anos 30, onde os participantes trajados à época mostram alguns objetos e tradições do antigamente, aproveitam para petiscar e socializar, além de participarem em jogos e atividades alusivos à época. Foto arquivo: António Freitas

A Feira de S. Brás regressa no domingo a Ferreira do Zêzere para aquela que é a sua 23ª edição. O evento assenta na recreação das feiras dos anos 30, onde, em simultâneo com os feirantes, os participantes trajados à época mostram alguns objetos e tradições do antigamente, aproveitam para petiscar e socializar, além de participarem em jogos tradicionais e atividades alusivas à época.

Em simultâneo, além da mostra de artesanato e velharias, folclore e animação musical, realiza-se também a 13ª Mostra da Tigelada, um dos doces que tem sido destaque ao longo das últimas edições. Este doce de origem conventual, que deve o seu nome às tigelas de barro onde são cozidas e que se popularizou por todo o país, vai marcar presença mais uma vez nas tasquinhas das associações presentes neste evento.

A Feira de São Brás é uma recreação das feiras dos anos 30, onde os participantes trajados à época mostram alguns objetos e tradições do antigamente, aproveitam para petiscar e socializar, além de participarem em jogos e atividades alusivos à época. Foto: Zé Paulo Marques

A organização da Feira de São Brás é da responsabilidade da Junta de Freguesia de Ferreira do Zêzere, com a colaboração da Câmara Municipal, das coletividades, artesãos e instituições e da freguesia.

Em nota informativa, a organização indica que esta edição vai voltar a contar com um carrossel à moda antiga especialmente direcionado para as crianças. A abertura do certame está agendada para as 09h00, a que se seguira a inauguração pelo executivo, às 11h00.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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