Lançado concurso para obras de 1,6 milhões de euros na Linha da Beira Baixa. Foto: DR

O município de Constância anunciou hoje ter aceitado o desafio para integrar o Tourism Train Experiences, um projeto da Universidade Europeia, desenvolvido no âmbito da área de estudos de Turismo e Lazer desta Universidade, no qual participa com a Grande Rota do Zêzere.

Assim, na sexta-feira, dia 18 de dezembro, no Centro Náutico de Constância decorrerá uma apresentação de trabalhos, a qual contará com a envolvência do Agrupamento de Escolas de Constância, nomeadamente através dos seus alunos de Turismo e Restauração.

O Tourism Train Experiences visa desenvolver um estudo sobre algumas marcas destino, tais como Viver o Tejo, Grande Rota do Zêzere; Tagus; Naturtejo; Aldeias Históricas e Aldeias do Xisto.

Envolvendo as entidades dinamizadoras das referidas marcas destino referidas, a CP – Comboios de Portugal, a BTL e o Turismo do Centro, os alunos percorrem – de comboio –, cada um dos territórios, através da linha da Beira Baixa, para apresentarem os seus trabalhos. Em paralelo, decorre um processo de análise e seleção do melhor trabalho, o qual será então premiado e apresentado na próxima Bolsa de Turismo de Lisboa.

No que concerne à Grande Rota do Zêzere, já decorreu na Universidade Europeia uma apresentação desse recurso turístico, pelo que agora terá lugar a apresentação dos trabalhos desenvolvidos. Esses trabalhos visam essencialmente, com base nos produtos já existentes nas diversas regiões, a criação de um complemento que o dinamize e que por si só possa também constituir um produto turístico.

 

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *