Foto ilustrativa: Vitor Santana

A 14.ª edição do Trail do Almonda realiza-se no domingo, dia 19 de maio , com partida e chegada junto ao Centro Escolar da Serra d’Aire, freguesia de Pedrógão, concelho de Torres Novas. A prova incluirá trail (25km), mini-trail (15km) e uma caminhada (10km).

A prova, que integra o circuito de trail da Associação de Atletismo de Santarém, é uma iniciativa da responsabilidade do Município de Torres Novas que tem como objetivo reunir num único evento amantes da natureza e do desporto em lugar privilegiado, a Serra d’Aire.

Trata-se de uma prova de aventura percorrida em trilhos sinalizados, de pé posto, pequenos estradões, ou estradas, em autonomia pedestre, visando percorrer todo o percurso no menor tempo possível, contando anualmente, desde o seu início em 2010, com centenas de praticantes oriundos de todo o país.

A prova incluirá trail (25km), mini-trail (15km) e caminhada (10km). As inscrições estão abertas desde 5 de fevereiro e até 12 de maio, e podem ser efetuadas AQUI.

O preço é de 9 € para o trail, 8 € para o mini-trail e 5 € para a caminhada, caso as inscrições sejam efetuadas até dia 21 de abril. A partir dessa data, e até 5 de maio, passam para os 11 € para o trail, 10 € para o mini-trail e 6 € para a caminhada. Entre 6 e 12 de maio (data limite de inscrição) os preços passam para 13 €, 12 € e 7 €, respetivamente.

As partidas estão agendadas para as 9 horas (trail), 9h15 (mini-trail) e 9h20 (caminhada) e a inscrição inclui seguro de acidentes pessoais, apoio logístico e técnico, abastecimentos, balneários junto à partida e chegada, zona de massagens, dorsal, t-shirt alusiva à prova e medalha de finisher.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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