O grupo de refugiados que chegou dia 24 de maio a Torres Novas começa esta semana a aprender a língua portuguesa. Segundo informou a vereadora Elvira Sequeira, que tem acompanhado o processo de integração, a situação é muito difícil, as duas famílias passaram por situações muito complicadas e estão a ter dificuldade de adaptação, além de que falam muito pouco inglês.
Os curdos, por exemplo, não têm nenhum tradutor em Portugal e a comunicação tem sido feita através do casal que fala árabe iraquiano. Começam assim a aprender português esta quarta-feira, dia 8 de junho.
O tema surgiu na reunião de câmara de 7 de junho, terça-feira, com a vereadora Ana Filipa Rodrigues (CDU) a criticar a exposição pública de que foi alvo o grupo ao chegar a Torres Novas.
Já Helena Pinto (Bloco de Esquerda) manifestou concordância com a atitude, comentando que qualquer ato de apoio é essencial para a integração de pessoas que chegam a um país com estatuto de refugiado. Afirmou, assim, estar sobretudo preocupada com a mensalidade de apenas 150 euros que estes irão receber.
