CHUDE apresenta livro "Operárias em Luta". Foto arquivo: CMTN

Durante a sessão, que decorreu no domingo, 25 de maio, foi ainda concedida uma Menção Honrosa ao trabalho “Cidade Sem Muros Nem Ameias… Setúbal na Revolução de 25 de Abril (1974-1975)”, da autoria de Álvaro Arranja.

O Prémio Francisco Canais Rocha de Estudos sobre o Movimento Operário é uma iniciativa conjunta da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN) e do município de Torres Novas que visa “homenagear o torrejano, nascido em 1930, que foi o primeiro coordenador da CGTP-IN após o 25 de Abril, pela sua luta como ativo combatente antifascista e historiador do movimento operário e sindical”, refere a nota divulgada.

O júri do Prémio Francisco Canais Rocha é constituído por Joana Dias Pereira, doutorada em História Contemporânea (2013), investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea (FCSH-UNL), membro da Comissão Científica da Confederação das Coletividades de Cultura Recreio e Desporto, por Fernando Rosas, professor catedrático jubilado no departamento de História da Faculdade de Ciência Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Investigador no Instituto de História Contemporânea da mesma instituição, do qual foi fundador e Presidente da Direção entre 1994 e fevereiro de 2013, e por Rogério Paulo Amoroso da Silva, coordenador da FIEQUIMETAL e membro da Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN, mandato 2024-2028.

Mestre em Jornalismo e apaixonada pela escrita e pelas letras. Cedo descobriu no Jornalismo a sua grande paixão.

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