A população de Alcorriol, Torres Novas, reúne-se este domingo, dia 10 de abril, para debater mais de 30 ideias apresentadas pelos alcorriolenses e definir prioridades para o desenvolvimento da localidade com o objetivo de a “pôr no mapa”. O encontro está marcado para as 17h00, na sede da Associação Cultural e Recreativa do Alcorriol (ACRA).
Em causa está o desenvolvimento social, económico e ambiental da aldeia de Alcorriol, pelo que as mais de 30 ideias – identificadas na primeira reunião de aldeia que decorreu a 19 de março – vão agora ser debatidas dentro de uma organização assente em quatro eixos: Urbanismo e Arruamentos; Resíduos e Proteção do Ambiente; Lazer e Recreação; e Desenvolvimento e Espírito Comunitário.
Entre as pretensões do povo de Alcorriol estão uma rede de esgotos, mais caixotes do lixo, a criação de uma comunidade de energias renováveis, a recuperação da antiga escola primária e mais oportunidades de convívio e confraternização.
“A nossa esperança e o nossos objetivo é que as pessoas se sintam ‘donas’ das propostas que apresentaram e que juntos consigamos dar um impulso à terra que ‘ponha o Alcorriol no mapa”, explica Sónia Ferreira, elemento da organização responsável pela iniciativa.
A iniciativa “Vamos pôr o Alcorriol no Mapa”, embora seja de toda a população, conta com Ana Maria Oliveira, Gonçalo Cavalheiro, Sónia Ferreira, Rogério Correia, Mónica Cavalheiro e José Fernando Correia entre os elementos dinamizadores deste grupo informal de habitantes.
O objetivo passa por “identificar problemas e propor soluções e ideias para os resolver e para desenvolver e dinamizar a aldeia”, refere a organização, pelo que convida todos os interessados a estarem presentes na reunião de 10 de abril, de modo a “definir prioridades e começar o processo de definir responsabilidades pela respetiva execução e identificar voluntários para levar cada uma por diante”.
“A participação na primeira reunião esteve muito acima das nossas melhores expectativas! Estiveram cerca de 50 vizinhos e vizinhas (numa aldeia que não deve ter muito mais que 300 habitantes), entre os 15 e os 80 anos! Foi uma partilha sincera e aberta entre vizinhos e amigos que sentem os mesmos problemas e têm os mesmos sonhos”, refere Gonçalo Cavalheiro, um dos dinamizadores da iniciativa, sobre o primeiro encontro que aconteceu no dia 19 de março.
