A Polícia Judiciária esteve na passada quinta-feira, 26 de agosto, na Câmara Municipal de Torres Novas, a consultar documentação relativa à Fabrióleo e à Renova. Os casos foram espoletados por denúncias anónimas e, segundo informação municipal, o intuito era encerrar ambos os processos.

A informação foi publicada no Facebook da Câmara de Torres Novas na sexta-feira, dia 27, com a indicação da visita de elementos da PJ às instalações municipais, “no intuito de encerrarem processos já conhecidos relativos por forma direta ou indireta às empresas Fabrióleo e Renova, fruto de denúncias anónimas”.

O evento não mereceu nenhum comentário por parte dos vereadores da oposição na reunião camarária pública de 31 de agosto, nem declaração do próprio presidente Pedro Ferreira (PS).

Em declarações ao mediotejo.net, o autarca explicou que não foi a primeira vez que a PJ se deslocou à Câmara devido a denúncias anónimas e, dentro do que conseguiu apurar, a mais recente visita teve como objetivo encerrar os processos.

Serão “questões relacionadas com a Fabrióleo e em relação à Renova, por comparação”, adiantou, presumindo que o interesse da PJ seriam as Declarações de Interesse Público, que foram recusadas à empresa de óleos alimentares e não à indústria de papel instalada na Zibreira.

ÁUDIO | PEDRO FERREIRA, PRESIDENTE CM TORRES NOVAS

Em todo o caso, salientou, os casos já têm alguns anos, não se remetendo a situações recentes.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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