O PCP quer saber qual o entendimento do Governo sobre a “legitimidade” da posição da Renova “ao considerar como sua a água da nascente” do rio Almonda e, caso não a considere legítima, que medidas adotará para lhe pôr cobro.
Numa pergunta entregue na Assembleia da República pelo deputado Bruno Dias, o PCP lembra o “conflito entre a população e a empresa” quanto ao “livre acesso à zona da nascente” do Almonda, em Torres Novas (Santarém), com a Renova a invocar a propriedade do terreno onde aquela se situa, o qual vedou, impedindo o acesso público, dada a “perigosidade do local”.
O texto afirma que o parecer emitido pela Agência Portuguesa do Ambiente “não é perfeitamente conclusivo quanto à não legitimidade daquele procedimento por parte da empresa” fabricante de papel, considerando o PCP que o Governo continua “sem tomar uma posição clara sobre esta matéria”.
