Em honra ao 130.º aniversário do nascimento torrejana Maria Lamas, celebrado no passado dia 6 de outubro, o Partido Comunista Português (PCP) vai assinalar o momento com uma sessão evocativa, que vai ter lugar na Praça dos Claras, em Torres Novas, no próximo sábado, dia 28 de outubro.
“Evocar Maria Lamas é evocar as mulheres, trabalhadoras, mães, jovens, que aspiram a uma justa emancipação que, cada vez mais, está ligada à luta das mulheres para viver uma vida com dignidade e justiça, sem precariedade, desigualdade ou violência”, lê-se em nota de imprensa enviada pelo PCP de Torres Novas.
A sessão está marcada para as 16h00, e contará com a presença de Manuela Bernardino, membro do Conselho Nacional da URAP (União de Resistentes Antifascistas Portugueses). O momento inclui ainda uma “performance” da bailarina e coreógrafa Susana Domingos Gaspar.
Maria Lamas, “resistente antifascista e grande defensora dos direitos das mulheres em Portugal”, foi também escritora e jornalista.
A torrejana “sofreu na pele os efeitos da repressão fascista”, e foi várias vezes presa pela PIDE (Polícia Internacional e de Defesa do Estado), acabando por ser demitida “de cargos profissionais que ocupava, nomeadamente de diretora da revista Modas e Bordados“, lê-se ainda em nota de imprensa.
Na luta pelos direitos das mulheres, destaca-se, por exemplo, o cargo de Presidente do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas.
Escreveu obras como “As Mulheres do Meu País”, “A Mulher no Mundo” e, também, outros livros para crianças e adultos.


O pai de Maria Lamas, MANUEL CAETANO da SILVA, era natural de Santos, Mação, e casou com MARIA DA ENCARNAÇÃO VASSALO E SILVA, de Alcanena. O avô paterno, SILVESTRE CAETANO DA SILVA, era natural de Vales, Cardigos, e casou com MARIA MARQUES, dos Santos, Mação. Os meus cumprimentos.
Encontrei uma referência ao pai, Manuel Caetano da Silva, como sendo lojista. Pode-me informar, por favor, que loja era e que produto vendia?
Muito obrigado.