Olimpíadas Seniores encheram de calor humano o Palácio dos Desportos. Foto: DR

Dez instituições de apoio à terceira idade do distrito de Santarém encheram de calor humano o Palácio dos Desportos em Torres Novas no dia 2 de abril com a realização das Olimpíadas Seniores, evento onde a idade, o desporto e a alegria de viver estiveram de mãos dadas.

A iniciativa pretendeu juntar os idosos das várias instituições em salutar convívio e sublinhar que “a idade não é sinónimo de tristeza mas sim de alegria e atividade”, dá conta a organização do evento.

As Olimpíadas Séniores, atividade interinstitucional, tem já um lugar cativo no plano anual de atividades do grupo de Técnicos de Animação das instituições de apoio à terceira idade dos concelhos de Alcanena, Torres Novas, Entroncamento, Chamusca, Golegã e Vila Nova da Barquinha.

Naquele dia, os utentes das instituições puderam mostrar que a idade não é obstáculo para fazer exercício físico e, que, de forma saudável se pode competir combatendo o isolamento, o sedentarismo e desenvolvendo as capacidades individuais de cada um.

Num espírito de competição foram realizados jogos como percurso de obstáculos, jogo do burro, jogo do boccia, entre outros, que contou com o apoio das turmas de Animação Sociocultural da Escola Profissional de Torres Novas. Para culminar as Olímpiadas foi feita uma corrida em sacas com um colaborador de cada instituição para avaliar a melhor claque, tendo sido distribuídas medalhas pelos vencedores de cada jogo.

Dez instituições de apoio à terceira idade encheram de calor humano o Palácio dos Desportos em Torres Novas com a realização das Olimpíadas Seniores. Foto: DR

A organização das Olimpíadas Seniores despediu-se com um “até para o ano”, depois da atuação de um grupo de dançarinas, tendo feito notar que “será sempre um dos objetivos deste grupo de Animadoras e Educadoras Sociais promover o envelhecimento ativo em atividades dinâmicas e de convívio combatendo ideias pré-concebidas da sociedade”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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