O artista Rui Rosa. Créditos: DR

‘Lisboa é um jardim’, nome do EP de estreia, dá o mote para um concerto que o músico torrejano Rui Rosa vai levar o palco na black box da Central do Caldeirão, em Torres Novas, no sábado, 3 de fevereiro, às 21h30. A lotação do recinto é limitada a 100 lugares.

Rui Rosa nasceu em Torres Novas em 1995. Editou dois discos com bandas distintas – Os Polegar e Mezanine. Foi selecionado para integrar o alinhamento do Festival Emergente 2020, e tocou no Capitólio. Em 2023 é selecionado para integrar o Festival Termómetro, promovido por Fernando Alvim.

Rui Rosa é como ele próprio. Com falhas, sonhos, histórias. Íntimo, pessoal e transmissível. Uma realidade vestida com sonhos compridos e cabelos encaracolados, da cor das paixões. Por sentir que o que nos une é mais forte que o que nos separa, separar tudo isto é desarmar a alma. Ser um só, sem separações. Cabe tudo em nós, e é tão bom cantar assim.

Apresenta o seu primeiro trabalho a solo, ‘Lisboa é um jardim’. Um trabalho que reflete a sua experiência na capital. Lisboa revelou-se, e tanto dela fica por escrever. Cabem mais histórias de amor por ela que cidadãos no metro à hora de ponta.

Os bilhetes têm o custo de 6 euros e a lotação é limitada a 100 lugares.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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