O presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, Pedro Ferreira, o Serviço Municipal de Proteção Civil e a Guarda Nacional Republicana (GNR) reuniram-se na segunda-feira, 11 de fevereiro, para um balanço da Operação Floresta Protegida 2018.
Segundo dados do município, foram identificados, ao longo do ano de 2018, um total de 182 terrenos em risco no concelho, tendo sido enviadas cartas de sensibilização a todos os proprietários para o cumprimento voluntário da limpeza dos mesmos. Fruto desta ação, refere a mesma informação, 148 proprietários procederam à limpeza voluntária, tendo sido alcançada uma taxa de sucesso de 81%.
No âmbito desta operação, foram levantados pela GNR 34 autos e recebidas 29 denúncias, notando-se uma descida de 29,6% no número de ignições em relação a 2017.
O Major Pedro Reis, do Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR, enalteceu o sucesso da Operação Floresta Protegida referindo que “se criou uma dinâmica coletiva entre a GNR e o município com um objetivo comum e uma presença assídua junto dos proprietários, que sentiram o peso da responsabilidade, o que permitiu uma taxa de sucesso superior à média distrital de 73%”, refere a nota de imprensa.
No que diz respeito ao município de Torres Novas, foram intervencionados cerca de 31.000 m2, em substituição dos proprietários, num total de sete parcelas de terreno nas freguesias de Pedrogão, Chancelaria e União de Freguesias de S. Pedro, Ribeira Branca e Lapas.
O presidente da Câmara Municipal, Pedro Ferreira, elogiou “a excelente intercolaboração entre a Proteção Civil e o SEPNA” referindo que “as reuniões regulares entre a Proteção Civil e GNR foram muito importantes para a realização destas ações e permitiram produzir excelentes resultados”.
Este ano, a Operação Floresta Protegida vai arrancar a 20 de fevereiro e, “para além de campanhas de sensibilização, entrega de folhetos informativos e fiscalizações, pretende-se utilizar postos móveis em todas as freguesias do concelho com a apresentação de filmes didáticos para aconselhar, explicar e sensibilizar a população”, adianta.
