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O município de Torres Novas vai celebrar um protocolo com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, “que tem como objetivo instituir uma cooperação institucional entre as partes no âmbito do processo de autonomização e empoderamento das vítimas de violência doméstica, sinalizadas pelas respostas de acolhimento de emergência e das casas de abrigo na Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica, encontrando soluções que possam dar resposta às suas necessidades de habitação aquando da sua saída e retorno à vida na comunidade”, refere nota de imprensa.

Entre as medidas previstas, adianta a mesma informação, está a inclusão das vítimas de violência doméstica sinalizadas nas prioridades de atribuição de fogos de habitação social e ou a disponibilização de outros fogos que o município detenha no seu património, para arrendamento a baixo custo.

O município vai ainda criar uma estrutura de apoio e atendimento às vítimas de violência doméstica e de género, no âmbito de uma candidatura conjunta dos municípios do Médio Tejo. Com este projeto, “pretende-se criar e dinamizar estruturas de apoio e atendimento e redes de resposta integrada nos concelhos da região”, continua.

Esta candidatura foi aprovada mediante o Aviso POISE–37-2017-06 do Projeto MARIA. Ao nível do município de Torres Novas, adianta, “foi já designada a equipa técnica para a futura Estrutura de Apoio e Atendimento, que detém já formação Técnica de Apoio à Vítima, exigida legalmente para o efeito”.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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