Fernando Daniel atua em Ponte de Sor no dia 6 de julho. Foto arquivo: DR

O músico Fernando Daniel atua no Teatro Virgínia, em Torres Novas, no sábado, dia 11 de fevereiro, às 21:30, no âmbito do festival Montepio às Vezes o Amor. O concerto, no âmbito do Dia dos Namorados, tem já lotação esgotada.

Fernando Daniel, um dos artistas pop nacionais mais relevantes da atualidade, alcançou o Galardão de Ouro com o seu mais recente álbum “Presente”, disco que entrou diretamente para o primeiro lugar do Top Nacional de Vendas e permaneceu na liderança durante 6 semanas consecutivas. De “Presente”, fazem parte alguns dos maiores sucessos nacionais do último ano, tal como “Se Eu” (Single de Dupla Platina), com a participação dos brasileiros Melim.

Já no dia 14, Dia dos Namorados, Paulo Gonzo atua em Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva, ao passo que Santarém acolhe a fadista Cristina Branco e o pianista João Paulo Esteves da Silva no Teatro Sá da Bandeira.

No espetáculo de Santarém, a realizar no dia 14 de fevereiro, às 21:30, será apresentado o trabalho mais recente “Amoras numa Tarde de Outono”, com Cristina Branco e João Paulo Esteves da Silva a recriarem “o ambiente intimista do álbum, algures entre o fado e a música tradicional”.

“O disco regista o trabalho que o duo vem desenvolvendo ao vivo nos últimos 20 anos”, é referido numa nota da Câmara de Santarém.

De acordo com a organização do festival, num comunicado divulgado, “o Montepio Às Vezes o Amor – Festival de Música do Dia dos Namorados volta a aquecer os corações de todos os portugueses ao longo do mês de fevereiro”.

Entre os dias 11 e 14 de fevereiro, “grandes nomes da música nacional estarão de mãos dadas com São Valentim para, de norte a sul do país, celebrar o Dia dos Namorados nas [muitas] capitais do amor”.

A 8.ª edição do festival Às Vezes o Amor incluiu concertos de artistas como Jorge Palma, Áurea, Bonga, Diogo Piçarra, Carlão, Bárbara Tinoco, GNR e Luísa Sobral, em cidades como Beja, Setúbal, Aveiro, Santarém, Leiria, Castelo Branco, Torres Novas, Braga e Lisboa.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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