Feira de Época proporciona em Torres Novas uma viagem aos tempos medievais. Foto arquivo: Luís Ribeiro

Durante quatro dias, o município torrejano possibilita uma nova viagem pela história, desta vez sob o tema “Os Dias da Bonança”. No dia de abertura, na quinta-feira, foram cerca de duas mil pessoas que afluíram a este evento singular, tendo a lotação esgotado nos dois dias seguintes, com 3.200 pulseiras vendidas.

Depois de um interregno pandémico em 2020 e 2021, a feira de época de Torres Novas está assim de volta até ao centro da cidade, desta vez numa área mais reduzida que o habitual, junta à zona do castelo, mas onde a animação, os espetáculos, os sons e sabores da época assentaram arraiais desde quinta-feira.

Para este domingo, as bilheteiras junto ao recinto abrem uma hora antes do evento, às 13h00.

Feira de Época proporciona até domingo uma viagem aos tempos medievais. Foto: Luís Ribeiro

“Longe das celebrações devido à moléstia que grassou no último par de anos, ceifando vidas e entristecendo os dias, todos anseiam agora pelo regresso aos ritmos da normalidade. A festa, o tempo de semear e de colher, os banquetes, os bailes na praça, as visitas dos parentes e as feiras francas começam devagar a ressurgir. Lambem-se as feridas, ajustam-se as contas com o que sobrou e aproveita-se a breve trégua. E ao virar da esquina, espera-se o encontro certo com a bonança. Mas só o tempo o dirá”, lê-se na sinopse do evento, o qual foi realizado pela primeira vez em 2010.

Ao fim de semana o preço da pulseira é de 3€. Crianças até aos 12 anos têm entrada gratuita. A feira de época vai funcionar este domingo entre as 14h00 e as 23h00. 

*Fotos – Luís Ribeiro

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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