Joaquim da Silva Lopes Foto: Jornal Torrejano

Joaquim da Silva Lopes, membro da equipa fundadora e ex-diretor do Jornal Torrejano, foi encontrado sem vida junto à barragem do Castelo do Bode na noite de quarta-feira, 16 de janeiro, avança aquele periódico. Ainda não há data para as cerimónias fúnebres.

Natural de Curvaceiras, concelho de Tomar, Joaquim da Silva Lopes residia no concelho de Torres Novas desde os anos 70. A sua vida no jornalismo começou pela colaboração no jornal O Riachense, do qual foi sub-diretor. Em 1992 integrou a equipa que lançou o Jornal Torrejano, tornando-se o seu primeiro diretor.

A nível profissional passou por diversos ramos, tendo trabalhado várias décadas como técnico de emprego no Instituto de Emprego e Formação Profissional, em Torres Novas.

“Desde muito cedo se interessou pela vida das pessoas que o rodeavam, tendo abraçado também, ainda muito novo, ideais políticos que advogavam a mudança social e a liberdade. Ainda na sua aldeia natal, começou por dinamizar um grupo de jovens ligado à paróquia, cujas realizações tiveram o condão de perturbar a ordem vigente”, refere o obituário do Jornal Torrejano. “A seguir ao 25 de Abril empenhou-se ainda mais na luta política, tendo sido um ativo militante da UDP e de organizações ligadas à esquerda, mas acabaria por desinteressar-se da política ainda na década de 80, para optar por projetos cívicos e associativos.”

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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