Torres Novas acolhe exposição da Let´s Art que reúne mais de 300 obras de 33 artistas. Foto: Let´s Art

A Praça do Peixe, em Torres Novas, inaugura no domingo, às 10h30, a exposição coletiva “Ser Artista por um dia: Horizontes”, que reúne cerca de 300 trabalhos de 33 artistas, com idades entre os 3 e os 83 anos, realizados nas aulas da Let’s Art, anunciou a associação cultural.

A mostra, com curadoria de Catarina da Ponte, integra os trabalhos realizados ao longo do ano letivo nas aulas e oficinas ministradas pela Let’s Art, em Torres Novas, estando representados 33 artistas com idades compreendidas entre os 3 e os 83 anos.

Em nota informativa, a associação indica que o objetivo das oficinas é “munir os alunos de ferramentas que lhes permitam desenvolver a capacidade de observação e análise de obras de arte”, assim como “treinar o espírito crítico e de interpretação” e “estimular a criatividade e a motricidade final”.

A partir da contextualização da vida e obra de artistas, maioritariamente, do século XX, as oficinas começam com a observação e análise de uma obra, seguindo-se uma proposta de atividade plástica, recorrendo a várias técnicas artísticas e materiais, terminando com uma partilha coletiva sobre os trabalhos realizados e um breve exercício de curadoria para exposição das obras realizadas.

As oficinas são, ainda, complementadas com visitas comentadas a exposições, não só na região do Médio Tejo, mas também em Lisboa.

A Let’s Art é uma Associação Cultural inserida no território da arte, da educação e da cultura, que tem como missão mediar e aproximar diversos públicos destes domínios, através de uma abordagem e relacionamento próximos, defendendo que a arte e a criatividade são poderosas ferramentas de compreensão e reflexão sobre nós próprios e o mundo.

A associação tem atuado nos territórios de Alcanena, Abrantes, Torres Novas, Entroncamento, Santarém e Azinhaga do Ribatejo.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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