Meteorologia e falta de mão-de-obra dificultam limpeza dentro do prazo. Foto: DR

O executivo camarário de Torres Novas aprovou por unanimidade, em reunião extraordinária privada de 19 de junho, a contratação de um empréstimo até 37.487,82€, para financiamento das despesas com redes secundárias de faixas de gestão de combustível, informou hoje a autarquia, em nota de imprensa.

Com o objetivo de reduzir o número de incêndios florestais, o Governo estabeleceu a obrigatoriedade de os proprietários limparem os seus terrenos. Na ausência dessa intervenção, e em substituição dos proprietários ou detentores dos terrenos, cabe aos municípios assegurar os trabalhos de gestão de combustível, sem prejuízo da aplicação de sanções aos primeiros responsáveis.

“Para fazer face à despesa associada aos trabalhos de limpeza, o executivo aprovou a contratação do empréstimo, através de linha de crédito sob a forma de subvenção reembolsável, para financiamento dessa despesa, procedendo o município ao reembolso na medida em que arrecada a quantia imputada aos responsáveis pela gestão do combustível”, pode ler-se na informação.

O município torrejano refere ainda que “o reembolso da subvenção tem um período de carência de um ano, não estando sujeita a juros remuneratórios, e é reembolsável no prazo de até cinco anos, se o financiamento for inferior a um milhão de euros, ou, no prazo de até 10 anos, se o financiamento for igual ou superior a um milhão de euros”.

O Decreto-lei estabelece ainda a possibilidade de adoção do procedimento de ajuste direto para efeitos de celebração, pelos municípios, de contratos de empreitada de obras públicas, de locação, de aquisição de bens móveis e de aquisição de serviços, que se destinem à realização das ações e trabalhos de gestão e combustível.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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