CHUDE-Centro Humberto Delgado, em Torres Novas. Créditos: CHUDE

O Centro Humberto Delgado (CHUDE), em Brogueira, Torres Novas, retoma no domingo, 28 de janeiro, às 15h00, as sessões ‘Rodas de Conversa’, que incidem sobre a liberdade, democracia e direitos humanos, tendo como tema principal as prisões da ditadura portuguesa.

A sessão, que vai decorrer na antiga Casa Memorial, onde nasceu Humberto Delgado, entretanto requalificada para dar lugar a um centro de estudos sobre o republicanismo e a oposição à ditadura portuguesa, vai contar com a participação dos ex-presos/as políticos/as Conceição Abrantes, Marcelino Tavares, Domingos Abrantes e Manuela Bernardino, que irão contar as suas “histórias de luta e resistência”, indica o município, em nota de imprensa.

A iniciativa resulta de uma parceria da Câmara de Torres Novas com o Museu Nacional Resistência e Liberdade, União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) e Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória (NAM).

A segunda ‘Roda de Conversa’ de 2024 vai decorrer dia 18 de fevereiro, adianta o município, ainda sobre a “temática das prisões na ditadura em Portugal”, com a apresentação do livro “Elas estiveram nas prisões do fascismo”.

Ex-presos políticos vão relatar as suas experiências ao Centro Humberto Delgado. Foto: Almanaque Republicano

A participação na atividade é gratuita, sendo necessária inscrição prévia através do email agenda.museu@cm-torresnovas.pt ou do telefone 249 812 535.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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