Cais do Sodré Funk Connection atuam esta quinta-feira no Teatro Virgínia. Foto: DR

O Teatro Virgínia, em Torres Novas, vai comemorar o 17.º aniversário da sua reabertura, após a remodelação do atual edifício, com três espetáculos de entrada gratuita. Cais do Sodré Funk Connection, Costurar Cantigas e Histórias e La Fontinha atuam a 13 e a 15 de outubro.

No dia 13 de outubro, quinta-feira, sobem ao palco os Cais do Sodré Funk Connection. Nascidos no coração do bairro boémio que lhes dá o nome, são uma banda de veteranos da música portuguesa e verdadeiros embaixadores do Funk & Soul.

No sábado, dia 15 de outubro, de manhã, haverá um espetáculo para crianças. Costurar Cantigas e Histórias, de e com Catarina Moura e Luís Pedro Madeira, tem início marcado para as 11h00 e destina-se a crianças a partir dos 3 anos. Trata-se de uma performance artística que proporciona uma experiência de contacto com o património imaterial tradicional, permitindo às crianças, pais e educadores, o alargamento dos conhecimentos sobre a música tradicional. Através de histórias cantadas, as crianças terão a oportunidade de escutar ao vivo, num alinhamento recheado de temas tradicionais, canções, histórias, lengalengas, do aqui e do agora, interpretadas pelos personagens da Costureira e do Alfaiate de Canções.

Nesse mesmo dia, às 21h30, é a vez dos LaFontinha trazerem «Canções da Felicidade», uma viagem ao cancioneiro clássico da música popular hispano-americana, com incidência particular na canção argentina, brasileira e mexicana. Fundando em 2012, os espetáculos dos LaFontinha têm abordado temáticas tradicionais ou autorais da música popular latino-americana, bem como propostas conceptuais de revisitação de autores portugueses como José Afonso, Fausto Bordalo Dias ou José Mário Branco.

A entrada para todos estes espetáculos é gratuita, mediante levantamento prévio de bilhete na bilheteira local, que pode ser efetuada de segunda a sexta das 11h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h30.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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