Grupo de Teatro Juvenil do Virgínia. Foto ensaio: Teatro Virginia

Duas pessoas e duas vozes sobrevivem numa ilha há muitos anos. Outras quatro pessoas, num bote, no meio do mar, avistam ao longe a ilha. Várias revelações estão por acontecer. Ou não. Mas nem a solidão nem o amor são fáceis de conter ou de expor, revela a sinopse da peça “Duas pessoas & uma ilha sozinha”, que estreia sábado, no Teatro Virgínia em Torres Novas, pelas 21h30.

Ondjaki, autor do texto que dá corpo ao espetáculo, nasceu em Angola em 1977. É doutorado em Estudos Africanos (L’Orientale, Napoli/Itália). Prosador e poeta, também escreve para cinema. É membro da União dos Escritores Angolanos. Prémio José Saramago (Portugal, 2013) e prémio Littérature-Monde (França, 2016) com o livro “Os Transparentes”. Ocasionalmente, é professor de escrita criativa.

A peça conta com encenação e dramaturgia de Diogo Binnema e Dinis Binnema, irmãos e naturais de Coimbra, licenciados em Teatro e Educação, pela ESEC. São atores com passagem por diversas companhias, desenvolvem desde 2014 um trabalho conjunto de encenação e direção artística na Companhia Três Irmãos – da qual são fundadores – e em colaborações com entidades públicas, nomeadamente em projetos de teatro comunitário.

O espetáculo, para maiores de 12 anos, tem início às 21h30, no Teatro Virgínia.

Natural de Torres Novas, licenciada em jornalismo, apaixonada pelas palavras e pela escrita, encontrou na profissão que abraçou mais do que um ofício, uma forma de estar na vida, um estado de espírito e uma missão. Gosta de ouvir e de contar histórias e cumpre-se sempre que as linhas que escreve contribuem para dar voz a quem não a tem. Por natureza, gosta de fazer perguntas e de questionar certezas absolutas. Quanto ao projeto mais importante da sua vida, não tem dúvidas, são os dois filhos, a quem espera deixar como legado os valores da verdade, da justiça e da liberdade.

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