Dirigentes socialistas sentiram pulsar da freguesia de Meia Via. Foto: PS

Uma delegação do Partido Socialista (PS) de Torres Novas, liderada por Francisco Dinis, deputado e presidente da concelhia torrejana, promoveu uma visita de trabalho à freguesia de Meia Via com o intuito de auscultar as coletividades e cidadãos, no âmbito do roteiro que percorre todas as freguesias do concelho.

Em nota de imprensa, o PS torrejano indica que os trabalhos de domingo começaram no Centro Divino Espírito Santo, onde se apresentaram os projetos para o mesmo, assim como a gestão e dificuldades da instituição. De seguida, a comitiva seguiu para a Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense, na qual foi realizada uma reunião, que incidiu nos apoios concedidos para a atividade regular das coletividades.

Ainda naquela manhã, foi efetuada uma visita às instalações do Teatro Meia Via, uma “referência e exemplo de trabalho e sucesso” na área, seguida de um “momento conjunto” com a Sociedade Columbófila Meiaviense. A visita foi concluída com uma reunião e “ponto de situação” com o presidente da junta de freguesia da Meia Via, o socialista José Couteiro.

No âmbito da visita de trabalho, e em jeito de conclusão, os dirigentes associativos salientaram a importância dos apoios municipais, que “foram aumentados”, sendo realçado que, no entanto, e “dada a realidade de algumas coletividades, por exemplo de cariz musical, a aquisição de instrumentos é muito dispendiosa”, sendo defendido um “crescimento desses apoios pontuais para efeitos da aquisição”.

Na nota informativa, a concelhia torrejana indica que “o roteiro em causa vai continuar a percorrer todo o concelho, tendo sido, desde o primeiro momento, encarado como uma prioridade pelo contacto que proporciona com as pessoas e coletividades permitindo ajudá-las e demonstrar a constante disponibilidade dos autarcas socialistas”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply