Unidade de Hospitalização Domiciliária do CHMT é a primeira a ser certificada a nível nacional. Foto: DR

O Convento do Carmo, em Torres Novas, vai acolher esta sexta-feira, dia 31 de maio, o “I Encontro Nacional das Unidades de Hospitalização Domiciliária”, uma alternativa ao internamento convencional.

No encontro, com início previsto para as 9:00, que conta com sessões paralelas sobre equipamentos, transportes e telemonitorização, serão debatidos temas como a equipa das unidades hospitalização domiciliária,  a constituição e multidisciplinaridade, as instalações e a proposta de programa funcional, a hospitalização domiciliária, a integração de cuidados e os sistemas de informação clínica, entre outros temas.

Na região, o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) iniciou a sua Unidade de Hospitalização Domiciliária a 19 de dezembro de 2018.

A hospitalização domiciliária, enquanto modelo de prestação de cuidados em casa, afigura-se como uma alternativa ao internamento convencional, proporcionando assistência contínua e coordenada aos cidadãos que, requerendo admissão hospitalar para internamento, cumpram um conjunto de critérios clínicos, sociais e geográficos que permitem a sua hospitalização no domicílio, sob a responsabilidade dos profissionais de saúde que constituam uma Unidade de Hospitalização Domiciliária, com a concordância do cidadão e da família.

Genericamente, a hospitalização domiciliária servirá como uma alternativa ao internamento convencional, mas com assistência contínua, que permite reduzir complicações e infeções hospitalares, além de permitir gerir melhor as camas disponíveis para o tratamento de doentes agudos no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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