Estação elevatória de Ribeira Ruiva mereceu críticas da CDU. Foto: CDU

A CDU de Torres Novas terminou as VII Jornadas Autárquicas em torno da temática do “Ambiente, Património e Acessibilidade”. No sábado, 29 de abril, a visita passou pelo Pedrógão, Ribeira Ruiva e Zibreira.

Em comunicado de imprensa, a CDU refere que no Pedrógão “registamos problemas antigos por resolver com é o caso de um edifício património municipal que continua há muitos anos por reabilitar e a degradar-se no centro da aldeia, dando um mau exemplo em termos de reabilitação urbana”.

O Cabeço das Pias “encontra-se numa situação de abandono e continua a ser alvo de vandalismos, o que é um crime. As condições de habitação, de apoio e localização de qualidade, devidamente aproveitadas podiam ser um polo de atração turística com relevo no concelho”, refere.

O grupo seguiu para Rio de Ponte e “tinha expectativas altas, quer pelo local, quer pela atividade singular desta associação e estas não foram defraudadas”. “Verificamos um esgoto a deitar directamente para o rio, quando o caderno de encargos da construção da estação elevatória a ser construída ali ao lado devia prever uma alternativa para evitar esta situação. (…) Simplesmente lamentável”, constata.

“O dia terminou num local de grande importância para o desenvolvimento económico do concelho e para a criação de emprego, a zona industrial da Zibreira, votada ao abandono pela maioria PS ao longo dos anos”, continua.

“A zona industrial da Zibreira, encontra-se situada num local de excelência em termos de acessibilidades a (1/3 de Lisboa e 2/3 do Porto) e que foi identificada num estudo pago por dezenas de milhares de euros à empresa de Augusto Mateus como entrada norte de Lisboa, necessita urgentemente de investimentos em termos de infraestruturas para ali acolher as empresas interessadas”; afirma.

As conclusões das VII Jornadas Autárquicas da CDU são apresentadas a 6 de maio, sábado, pelas 17 horas, no quiosque de Torres Novas.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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