Torres Novas promove Caminhada no fim de semana. Foto: DR

A primeira caminhada de 2024 em Torres Novas, a denominada ‘Caminhada do Arrife’, vai decorrer no sábado e domingo, dias 20 e 21 de janeiro. Com um percurso de cerca de 11 km e grau de dificuldade médio, a iniciativa terá início na rua Principal, em Alqueidão.

Todos os inscritos podem efetuar a caminhada de forma autónoma, no dia que lhes for mais conveniente (sábado ou domingo), devendo para o efeito iniciar o percurso, que se encontra devidamente sinalizado, entre as 8h00 e as 11h00.

Podem inscrever-se na iniciativa participantes com mais de 18 anos, ou menores desde que acompanhados pelos pais. É recomendado pela organização que todos os participantes transportem consigo telemóvel com bateria, reservatório com água e que procurem preservar o meio ambiente e social em que se realizará o evento.

A participação na atividade é gratuita e as inscrições podem ser efetuadas até 19 de janeiro através do link: https://www.queroir.pt/caminhadadoarrife .

Este ano estão ainda previstas, nos mesmos moldes, as seguintes caminhadas, com vista à promoção de atividade física e descoberta do território:

17 e 18 de fevereiro | Caminhada da Nascente do Almonda

23 e 24 de março | Caminhada dos Ceifeiros

20 e 21 de abril | Caminhada de São Simão

15 de junho | Caminhada Noturna

6 e 7 de julho | Caminhada das Festas do Almonda

7 e 8 de setembro | Caminhada das Capelas

5 e 6 de outubro | Caminhada dos Frutos Secos

23 e 24 de novembro | Caminhada dos Pintainhos

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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