Câmara de Torres Novas adjudicou empreitada de requalificação urbana da Barobra. Foto: CMTN

A Câmara Municipal de Torres Novas adjudicou a empreitada ‘Urbanização Cimo da Vila’ (ex-Barobra), à empresa à Desarfate, Lda. pelo valor de 370 mil euros (+ IVA) visando a requalificação de zona habitacional e envolvente urbana, foi hoje anunciado.

Em nota informativa, o município indica que a obra tem por objetivo “estabelecer o enquadramento paisagístico e requalificar o espaço urbano da zona adjacente aos blocos de apartamentos da urbanização”, numa extensão de aproximadamente 7.000 m2, visando ainda a “requalificação das diferentes infraestruturas de suporte urbano”, incluindo as de iluminação pública e rede de recolha de águas pluviais.

Com um prazo de execução de 210 dias, o município pretende ainda, com esta empreitada, “dar continuidade à requalificação urbana do centro histórico” de Torres Novas, assim como “tornar o território numa zona de coexistência”.

A nível da rede viária está prevista a fresagem do pavimento betuminoso existente em arruamentos e estacionamentos para colocação de novo tapete betuminoso, garantindo um melhoramento em termos de acessibilidade automóvel.

Já a nível da rede pedonal, encontra-se prevista a substituição dos passeios e lancis, o alargamento de passeios para 1,50m e a criação de um passeio ao longo da rua de Cimo da Vila.

Nas zonas ajardinadas existentes foi proposta a criação de uma rede de rega eficiente e adequada ao tipo de plantação, permitindo o cuidado e a manutenção a longo prazo, bem como a replantação das zonas relvadas e a criação de uma zona verde renovada nos taludes ao longo da rua de Cimo da Vila.

Na iluminação pública encontra-se prevista a substituição de postes e as colunas por outros que irão permitir a compatibilização com a restante área de intervenção, estando previstos trabalhos de fornecimento e montagem de cabos e execução de uniões para relocalização de equipamentos.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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