Bicicleta da República este sábado, no Teatro Virgínia, com entrada gratuita. Foto: CMTN

O espetáculo Bicicleta da República, com conceção e interpretação de Suzana Branco, subirá ao palco do Teatro Virgínia este sábado, 3 de outubro, às 11:00, numa sessão dedicada às famílias e que terá entrada gratuita (mediante levantamento prévio de bilhete, limitado a 2 por pessoa).

Nesta peça de teatro, destinada sobretudo a crianças dos 8 aos 12 anos, a contadora herdou um álbum de fotografias feito pela sua bisavó, inspirado por Carolina Beatriz Ângelo e pelo ideal republicano. Nele está guardado tudo aquilo que diz respeito a este momento histórico.

Em jeito de passagem de testemunho, a contadora abre o seu universo a quem a ouve. Entre linhas, cordas, flores (os cravos brancos das mulheres republicanas), fotografias e xaropadas, os ouvintes são iniciados num clima de secretismo que recria os passos que levaram à passagem da Monarquia à República em Portugal.

É um acontecimento interativo pelo que existirão atividades para os participantes se tornarem revolucionários e experimentarem passo a passo os acontecimentos do 5 de Outubro.

Suzana Branco trabalha na área do teatro há 22 anos. Formada em teatro pela E.S.T.C e em Est. Port. e lusófonos pela Univ. Nova. Trabalhou com diversos encenadores, companhias de teatro e centros culturais enquanto atriz, encenadora e professora.

Trabalhou ainda com a plataforma europeia maig-net e com a encenadora italiana Leitizia Quintavalla em terras de Espanha. Entrou em filmes, curtas, telenovelas e no programa infantil zig zag. Realizou um filme e lançou três textos em coautoria. Ganhou dois subsídios pontuais; teve o destaque de melhor peça do ano e dois prémios pelo Clube Port. de Artes e Ideias. É cooperante do teatro o Bando onde fundou a Confraria do Teatro e atualmente é uma das diretoras da companhia.

Esta sexta-feira, dia 2 de outubro, haverá uma sessão para escolas (marcação prévia através do email seducativo.teatrovirginia@cm-torresnovas.pt )

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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