O Encontro de Bandas Filarmónicas está marcado para este domingo, dia 15 de outubro. Foto: DR

Domingo, dia 16 de outubro, Torres Novas acolhe mais um encontro com as oito bandas filarmónicas do concelho. A iniciativa consta de uma arruada pelas 11h30 com ponto de encontro na Praça 5 de Outubro. Ao longo dos próximos meses vão decorrer concertos descentralizados nas freguesias.

A sessão musical de domingo vai contar com a participação da Banda Operária Torrejana, do Centro Recreativo e Musical do Outeiro Grande, da Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense, da Sociedade Filarmónica Lealdade União Ribeirense, da Sociedade Filarmónica União Matense, da Sociedade Filarmónica União Pedroguense, da Sociedade Musical União e Trabalho, e da Sociedade Velha Filarmónica Riachense.

No âmbito desta iniciativa, e a decorrer nos anos 2022/2023, as oito bandas filarmónicas de Torres Novas irão receber nas suas localidades uma banda convidada de forma a realizarem-se concertos descentralizados.

O primeiro está agendado para o dia 25 de setembro, em que a Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense recebe a Sociedade Filarmónica Lealdade União Ribeirense. Para já, está previsto ainda que a Banda Operária Torrejana receba a Sociedade Musical União e Trabalho no dia 5 de novembro.

Seguem-se a Sociedade Filarmónica União Pedroguense que recebe a Sociedade Velha Filarmónica Riachense no dia 6 de novembro e a Sociedade Velha Filarmónica Riachense que recebe a Sociedade Filarmónica União Matense no dia 5 de fevereiro.

Cada banda apresenta em palco uma seleção de músicas do seu repertório, desde as rapsódias históricas aos novos e desafiantes arranjos contemporâneos.

Num concelho rico em bandas filarmónicas, sendo algumas delas já centenárias, o Município de Torres Novas promove este evento musical com foco no público e nos participantes e com o objetivo de fomentar a “troca de experiências entre os músicos filarmónicos” e “difundir e preservar o património musical”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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