O Teatro Virgínia, em Torres Novas, recebe este sábado, dia 11 de maio, às 21h30, a peça “Veneno”, com encenação e interpretação do ator Albano Jerónimo.

“Veneno” foi escrito “a partir de narrativas factuais verídicas, recolhidas num universo cosmopolita contemporâneo”, um texto centrado na ideia da decadência da família no contexto suburbano. Se a família é o paradigma ancestral daquilo que deve ser um governo, ambos manifestam, atualmente, a ideia de crise. Crise esta que, na génese etimológica, significa separar, dividir”, pode ler-se em nota de imprensa.

“A narrativa foca-se nas circunstâncias, e consequências trágicas, de um pai recentemente desempregado e falido que decide sequestrar os três filhos – depois de assassinar a mulher e o seu amante. O pai e os filhos convivem, então, num espaço exíguo e em condições precárias. O pai exerce poder e violência através da linguagem e os filhos expressam-se por intermédio do canto lírico. Reúne características simultaneamente horríficas, cómicas e abjetas, mostrando o homem na sua expressão mais grotesca – entre o horror e o humor. Veneno aborda fundamentalmente as consequências da falência social e a extinção da entidade família”, refere ainda a sinopse.

Os bilhetes têm o custo de 7,5 euros (sendo aplicáveis descontos) e podem ser adquiridos na bilheteira local (segunda a sexta das 15h às 18h30), nos pontos de venda Fnac e Worten.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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