A festa do motocross volta a viver-se este domingo no Motódromo de Alqueidão/Torres Novas. Foto: Pista de Alqueidão/ KPHOTO

A pista de motocross de Alqueidão, em Torres Novas, acolheu no domingo a última prova do circuito MX Ribatejo, num registo onde imperou a adrenalina, a espetacularidade e perícia dos pilotos que estiveram em ação.

As nuvens no céu ainda ameaçaram estragar a festa do motocross, mas acabou por ser um dia de sol com muita competição, muito público e boa disposição, ingredientes que fizeram do dia de domingo uma excelente jornada de promoção da modalidade para os adeptos do desporto motorizado.

Alguns dos destaques vão para a participação de Luís Outeiro, o “puto maravilha” da terra, que naturalmente venceu a classe MXPRO. Também Tomás Santos, piloto de Tomar, que apesar de já não necessitar de pontual foi a Alqueidão fazer a festa do Bi campeonato na classe de infantis B.

Também Fábio Guerreiro, da Rocket Store, apesar de apenas alcançar o 2º lugar na prova de Alqueidão, sagrou-se campeão regional na classe MX2.

A última prova do ano teve como cenário os 1.500 metros da pista do Alqueidão, junto a Torres Novas. A prova foi de encerramento de época e também o fecho do ano nos Infantis B, estes com estatuto de campeonato nacional.

Fotos de KPhoto @magicalLight

A festa do motocross viveu-se uma vez mais em Alqueidão, na grande final MX RIBATEJO. Foto: KPHOTO

Para a história ficam os lugares de pódio nesta prova:

MXPRO

– Luís Outeiro

– André Sergio

– Jorginho Leite

Mx1

– Henrique Rita

– João Costa

– Gonçalo Varanda

MX2

– Ruben Ferreira

– Fábio Guerreiro

– David Sílva

85cc

– Martim Espinho

– Sandro Lobo

– Ruben Ribeiro

FEMININOS

– Ândria Sousa

– Carolina Santos

– Mariana Pereira

CLÁSSICAS/50CC

– Luis Pereira

– Nelson Agostinho

– Gilson Pinto

INFANTIS B

– Tomás Santos

– Rodrigo Barros

– Bernardo Pinto

Na galeria de imagens, registo dos vencedores das diversas classes.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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