Revista Nova Augusta, capas de algumas edições. Fotos: DR

O número 35 da revista ‘Nova Augusta’ é lançado este domingo, dia 17 de dezembro, na Central do Caldeirão, em Torres Novas. O momento está marcado para as 15h30, em formato de mesa-redonda, e vai contar com a participação de alguns colaboradores convidados.

Segundo informação do município, a nova edição de revista de cultura torrejana divide-se em três capítulos, sendo o primeiro destinado à ‘História e Sociedade’, com artigos de Fernando Freire, Luís Carvalho, Manuel Mourão e Manuela Poitout.

O segundo capítulo, ‘Fontes e Documentos’ conta com a participação de António Mário Lopes dos Santos, Luís Batista e Vasco Rosa da Silva, três “colaboradores regulares”.

A última parte da revista “contém em grande parte artigos inscritos no campo da História da Arte, casos dos trabalhos de Margarida Elias, Nuno Prates, Manuela Poitout e de Vítor Serrão (este último sobre a Adoração dos Pastores em exposição no Museu Municipal Carlos Reis)”.

O terceiro capítulo engloba ainda a secção intitulada ‘Arte e Património’, “um artigo mais ensaístico”, da autoria de Elvira Marques, além de uma “súmula dos trabalhos arqueológicos” realizados em Villa Cardílio, assinada por Catarina Viegas, Carlos Fabião, Romão Ramos e Vítor Filipe.

A apresentação da nova revista vai contar com a presença de alguns colaboradores convidados, com o objetivo de “alargar o debate” a quem queira participar “de uma forma mais ativa” na sessão.

Recorde-se que a revista ‘Nova Augusta’ foi fundada em 1962, por Alberto Borges dos Santos, o então diretor da Biblioteca Municipal, sendo apenas editados dois números da revista. A revista só voltou a ser publicada em 1981, por José Manuel Carraça da Silva, terminando três anos depois em 1984. A partir de 1991, a edição foi quase ininterrupta, com uma interrupção de dois anos.

Os primeiros números da revista “continham textos de natureza muito diversificada, embora privilegiando autores e temas torrejanos”, lê-se em nota de informação divulgada pelo município. Com o final da década de 90, a ‘Nova Augusta’ “assumiu-se como uma publicação mais vocacionada para os estudos locais, nomeadamente, da história, geografia, arqueologia, etnografia e património do concelho de Torres Novas”.

Apaixonada pelo mundo do jornalismo, é licenciada em Comunicação Social pelo Instituto Politécnico de Tomar / Escola Superior de Tecnologia de Abrantes. Acredita que "para chegar onde a maioria não chega, é necessário fazer o que a maioria não faz".

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