Fátima recebe Festival da Saudade a 15 e 16 de agosto, com grandes nomes do panorama musical nacional. Foto arquivo: CMA

Tony Carreira, Mickael Carreira, Herman José, Mariza, Padre Borga e Joana Amendoeira são as principais atrações do Festival da Saudade, evento que vai decorrer no Heliporto de Fátima e que conta atrair milhares de pessoas nos dias 15 e 16 de agosto ao concelho de Ourém.

Este evento, que “celebra a diversidade da música portuguesa”, do fado à música popular, realizar-se-á no Heliporto de Fátima e será um ponto de encontro cultural, destinado especialmente às famílias de emigrantes que regressam a Portugal no mês de agosto, indica o município, em nota de imprensa. “O Festival da Saudade quer refletir a rica identidade musical do país e proporcionar um ambiente acolhedor de regresso a casa”, refere a mesma nota.

O festival contará com dois palcos que vão acolher tanto ícones nacionais como novos talentos emergentes. No palco principal, Herman José, Mickael Carreira e Mariza atuam no dia 15, enquanto o Padre José Luis Borga, Joana Amendoeira e Tony Carreira são as figuras de cartaz no dia seguinte, 16 de agosto. No segundo palco, a diversidade musical será celebrada com atuações que vão desde música latina, por Lorenzo, passando pelo pop rock, com The Peorth, até à música popular, com Quim dos Apitos, e o folclore tradicional português, apresentado pelo Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima.

Tony Carreira, Mariza e Herman José atuam em Fátima no Festival da Saudade. Foto: CMO

Para além da música, o festival “vai proporcionar uma verdadeira viagem gastronómica, já que será possível saborear uma ampla variedade de iguarias regionais e visitar uma exposição de produtos e artesanato locais, que refletem a essência da tradição e hospitalidade portuguesa”, indica a mesma nota. As portas do Festival da Saudade abrem às 16h00 e as atuações terão início a partir das 18h00.

Os bilhetes estão disponíveis em blueticket.meo.pt ou no local do festival, com preços a partir de 25 euros (bilhete individual de um dia). Também estão disponíveis bilhetes individuais para os dois dias por 35 euros, além de pacotes especiais para famílias (4 pessoas). Como parte do compromisso da organização com a comunidade local, 5% da receita líquida da bilheteira do festival será doada ao CRIF – Centro de Reabilitação e Integração de Fátima.

Para Luís Miguel Albuquerque, presidente da Câmara Municipal de Ourém, “o Festival da Saudade nasce em forma de homenagem aos emigrantes portugueses espalhados um pouco por todo o Mundo. É também um justo agradecimento e o merecido reconhecimento pelo forte contributo da diáspora portuguesa em prol do nosso país. Celebrando a essência e a diversidade da música portuguesa, o Festival da Saudade será também uma belíssima oportunidade para colocar em evidência as qualidades do nosso país e da nossa região”.

“Artesanato, folclore e gastronomia serão apenas algumas das inúmeras maravilhas que seguramente farão brilhar este evento, que será também um momento de união e reencontro para milhares de famílias”, afirmou o autarca, citado em nota informativa.

O Festival da Saudade tem como objetivo “fomentar reencontros familiares e celebrar talentos locais e nacionais, promover a identidade cultural portuguesa, através de uma variedade de géneros musicais, e impulsionar o turismo cultural em Fátima e no concelho de Ourém, criando memórias e experiências únicas para todos os públicos”, sublinha o município.

Tony Carreira, Mariza e Herman José atuam em Fátima no Festival da Saudade. Foto: CMO

Com organização da Medialivre, através do Correio da Manhã e da CMTV, e em colaboração com a promotora Música no Coração e o Município de Ourém, a primeira edição do Festival Saudade vai realizar-se em Fátima, entre 15 e 16 de agosto.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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