Tomar | Sons na Adega projeta roteiro vínico e cultural nas casas dos produtores. Foto: CMT

A Câmara de Tomar inicia no sábado o projecto ‘Sons na Adega’, uma iniciativa que, em parceria com as adegas locais e produtores de vinho certificados pela CVR Tejo, visa valorizar os produtos endógenos através de um roteiro cultural, vínico e gastronómico. A primeira sessão irá decorrer na Casa Agrícola Solar dos Loendros, com as boas-vindas a cargo dos fandanguistas do Grupo Folclórico “Os Pescadores de Tancos” e concerto com o fadista de raízes tomarenses Peu Madureira.

O objetivo da iniciativa é que, de março a julho e de outubro a dezembro, uma adega por mês abra as suas portas oferecendo, em simultâneo, provas de vinhos, degustação de produtos regionais e momentos artísticos únicos, informou o município.

“Mais do que um evento, Sons na Adega é uma oportunidade para mergulhar na essência dos vinhos templários, conhecendo os espaços onde a terra se transforma em sabor e tradição, num ambiente de partilha e descoberta”, sublinha a autarquia, em nota de imprensa.

Nesse sentido, a primeira sessão irá decorrer no sábado, dia 22 de março, às 18h00, na Casa Agrícola Solar dos Loendros, e conta já com lotação esgotada. As boas-vindas estarão a cargo dos fandanguistas do Grupo Folclórico “Os Pescadores de Tancos” e o concerto conta com o fadista de raízes tomarenses Peu Madureira.

Excecionalmente, as duas primeiras sessões terão apenas duas semanas de intervalo, realizando-se todas as outras no primeiro sábado de cada mês: 5 de abril na Adega da Gaveta, 3 de maio na Adega Casal Martins, 7 de junho na Santos & Seixo Wines, 5 de julho na de Pedro Sereno, 4 de outubro no Casal das Freiras, 1 de novembro na Quinta da Alba e, a 6 de Dezembro, na Herdade dos Templários.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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