Desfile Noturno dos Templários (2018) . Foto: Luís Ribeiro

Tomar não viverá este ano a anual Festa Templária, mas permitirá o debate e a reflexão sobre a Ordem do Templo e os templários e a sua presença em território tomarense. Para tal, vai decorrer um seminário online ao longo deste mês julho intitulado “Ordem do Templo – Reflexões”, todas as sextas-feiras, (dias 3, 10, 17 e 24 de julho), e sempre com início marcado para as 17:00. O seminário e as suas várias sessões serão emitidas no canal de Youtube do Município de Tomar e esta sexta-feira, dia 10, o mote é ‘Os Templários na Atualidade’.

Esta será uma Festa Templária diferente, com o Município a organizar a iniciativa online com participação dos demais parceiros. A primeira sessão aconteceu na sexta-feira, dia 3 de julho, com alocução de Miguel Sanches Baêna, diplomata e investigador da Universidade de Lisboa, tendo contado ainda com abertura pela vereadora Filipa Fernandes, com o pelouro do Turismo e Cultura da Câmara Municipal de Tomar.

De referir que a Festa Templária acontece anualmente, e traduz-se numa reconstituição histórica da Época Medieval, onde a cidade foi sede da Ordem dos Templários.

Os templários assumem destaque na cidade nabantina por terem sido responsáveis pela edificação e crescimento de Tomar, também chamada Cidade Templária pelas marcas patrimoniais indiscutíveis que a Ordem do Templo deixou no território, como o Convento de Cristo e o Castelo Templário, reconhecido pela UNESCO como Património da Humanidade.

O seminário online dedicado às reflexões sobre a Ordem do Templo é uma iniciativa do Município de Tomar contando com a colaboração da Rota dos Templários, Convento de Cristo – Tomar, Instituto Politécnico de Tomar, OSMTH, Thomar Honoris, Caminhos da História, Associação de Turismo Militar e ADIRN – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte.

Para assistir ao seminário deve aceder ao canal do Youtube, em: www.youtube.com/municipiodetomar_oficial

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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