Sporting de Tomar conquistou em 2023 a Taça de Portugal em hóquei em patins. Foto arquivo: Paulo Cunha/Lusa

O regresso das grandes competições de hóquei em patins à cidade nabantina confirma a aposta do município na modalidade, depois de Tomar ter acolhido a Elite Cup em 2021, 2022 e 2023, a Supertaça em 2023 e a Taça de Portugal masculina do mesmo ano, conquistada pelo Sporting Clube de Tomar, que venceu o Benfica na final, alcançando então o primeiro e único troféu da sua história na competição.

A apresentação oficial e os sorteios das Final Four estão agendados para o mês de março de 2026, após a realização dos quartos-de-final, marcados para os dias 14 e 15 de março. O Sporting de Tomar continua em prova e tem encontro marcado, a 10 de janeiro, no reduto da Juventude de Viana, em jogo dos 16 avos-de-final, mantendo viva a possibilidade de disputar a fase final em casa.

No palmarés masculino da Taça de Portugal, o FC Porto lidera com 18 títulos, seguido do Benfica, com 15, e do Sporting CP, com cinco, enquanto o Sporting de Tomar figura com um triunfo. Em femininos, o Benfica é o clube mais titulado, com 11 conquistas, à frente do CD Nortecoope, com sete, e da Fundação Nortecoope, com cinco.

O Sporting Clube de Tomar conquistou a Taça de Portugal de hóquei em patins em 30 de abril de 2023, na Final Four disputada no Pavilhão Municipal Cidade de Tomar, ao bater o Sporting CP na final nos penáltis (3-1), depois de empates 4‑4 no tempo regulamentar e 5‑5 no prolongamento.

A equipa nabantina, anfitriã da prova, passou pela meia‑final surpreendendo o campeão e recordista FC Porto antes de garantir o título caseiro.

Sporting de Tomar conquistou em 2023 a Taça de Portugal em hóquei em patins. Foto arquivo: DR

A edição de 2026 da Final Four reforça o papel de Tomar como um dos palcos de referência do hóquei em patins nacional, juntando numa única cidade as decisões masculinas e femininas da segunda prova mais importante do calendário português.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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