Na reunião de Câmara pública, realizada a 4 de setembro, a vereadora Célia Bonet (PSD) apresentou algumas questões sobre custos diretos e indiretos em relação à “Gala 7 Maravilhas à Mesa”, que foi emitida a partir da cidade templária a 26 de agosto.
Apesar de se congratular com o êxito da passagem de Tomar à final das 7 Maravilhas à Mesa, a vereadora social-democrata questionou quais as diferenças de custos que existiria se a câmara apenas apresentasse a composição da sua mesa ao invés de assegurar a emissão da gala.
Anabela Freitas explicou que o caderno de encargos desta participação foi de 85 mil euros, frisando no entanto que o evento não é encarado como um custo mas sim como um investimento, sendo que a hotelaria e a restauração estiveram lotadas nestes dias. Além dos 85 mil euros do caderno de encargos, ainda falta apurar algumas verbas gastas com o catering e alguns alojamentos, sendo que as contas serão apresentadas em reunião de câmara.
O vereador Hugo Cristóvão acrescentou ainda que há benefícios laterais com estra gala como, por exemplo, o facto da apresentadora Catarina Furtado ter estado em Tomar com a família a passar férias e promover isso nas redes sociais.
Célia Bonet esclareceu que o que pretendia saber é se foi um bom ou um mau investimento para Tomar, sendo que só depois de se fazerem as contas aos custos e benefícios é que se saberá se o mesmo foi vantajoso ou não.
