Campeã nacional! Patrícia Sampaio reafirma domínio mundial em -78 kg. Foto arquivo:: Alex Gottschalk/DeFodi Images via Getty Images

A judoca tomarense Patrícia Sampaio voltou a brilhar ao mais alto nível, sagrando-se campeã nacional na categoria de -78 kg, no Campeonato Nacional de Seniores realizado no domingo, em Odivelas.

Com esta vitória, Patrícia alcança o seu sexto título nacional, consolidando-se como uma referência do judo português. A atleta, que representa a Sociedade Filarmónica Gualdim Pais, de Tomar, destacou-se pela consistência e excelência desportiva, sempre acompanhada pelo trabalho técnico da sua equipa e do treinador Igor Sampaio.

O município de Tomar já felicitou oficialmente Patrícia Sampaoio, reconhecendo o prestígio da sua conquista e sublinhando o orgulho de ver uma atleta formada no concelho afirmar-se como exemplo de dedicação, talento e superação, inspirando toda a comunidade desportiva local e nacional.

Patrícia Sampaio conquista mais um título e reforça estatuto no judo português. Foto: CMT

Patrícia Sampaio, nascida em Tomar a 30 de junho de 1999, possui um currículo notável. Além de seis títulos nacionais, é líder do ranking mundial e conquistou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

No Campeonato Europeu de 2025 sagrou-se campeã, alcançou bronze no Campeonato Mundial do mesmo ano e brilhou nos Grand Slams de Paris e Ulaanbaatar, conquistando ouro em ambas as competições.

A judoca Patrícia Sampaio conquistou a medalha de bronze no Jogos Olímpicos tendo sido homenageada pela Câmara de Tomar. Foto arquivo: mediotejo.net

Condecorada como Atleta Feminina do Ano 2019 pela Confederação do Desporto de Portugal, Patrícia Sampaio é uma das grandes referências do judo português, com um percurso marcado pela superação, talento e consistência em competições nacionais e internacionais.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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