Nuno Madeira, professor e vice-presidente do Instituto Politécnico de Tomar (IPT), morreu este sábado, 28 de dezembro, na sequência de uma leucemia. Tinha 65 anos.

Expressando a “dor e consternação” de toda a comunidade académica junto da família de Nuno Madeira (casado e com dois filhos), o IPT publicou uma nota de condolências e trocou a sua imagem de apresentação nas redes sociais por um fundo negro.

“A sua partida representa uma perda irreparável para todos nós. Perdemos não apenas um líder, mas também um amigo, um companheiro de valor humano incomensurável e um profissional exemplar muito dedicado à instituição e apaixonado pela nossa comunidade”, pode ler-se na nota divulgada pelo IPT.

Natural de Carregueiros, concelho de Tomar, licenciado em Engenharia Geográfica e com um mestrado em Ciências da Computação, pela Universidade de Coimbra, era professor do IPT deste 1986, na área dos Sistemas e Tecnologias de Informação. Anteriormente, trabalhou na fábrica da Mitsubishi Fuso em Tramagal, Abrantes, durante mais de 20 anos.

O velório tem início às 17h00 deste domingo, dia 29 de dezembro, na casa mortuária de Tomar. Na segunda feira, dia 30, pelas 15h30, é celebrada missa de corpo presente na igreja de Santa Maria do Olival, seguindo-se depois o funeral no cemitério de Marmelais, em Tomar.

O mediotejo.net apresenta sentidas condolências à família e amigos de Nuno Madeira, bem como a toda a comunidade académica do IPT.

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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