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A Câmara Municipal de Tomar vai atribuir 42 bolsas de estudo, referentes ao ano letivo de 2021/2022, a alunos naturais do concelho ou nele residentes há mais de cinco anos que se encontram a frequentar o ensino superior, num valor total de 36.700,00 euros. A proposta de atribuição de bolsas foi aprovada na passada reunião de Câmara, após análise técnica feita pelos serviços.

Segundo a autarquia, candidataram-se no presente ano letivo 75 alunos, dos quais 28 correspondem a renovações.

Os candidatos aprovados vão receber do Município bolsas que se situam entre os 30 e os 125 euros mensais. Sete dos alunos aguardam confirmação do valor a atribuir pelo município, dependendo do valor da bolsa a atribuir pelo DGES.

Foram excluídos os candidatos que não cumpriam as regras previstas no regulamento, nomeadamente referentes à naturalidade, ao tipo de curso, falta de aproveitamento escolar, valor do rendimento per capita ou da bolsa atribuída pela Direção Geral do Ensino Superior (DGES).

De acordo com o disposto no n.º 1 do artigo 18.º do Regulamento os candidatos podem reclamar da decisão da Câmara Municipal no prazo de 10 dias úteis (até dia 2 de fevereiro), a contar da data da afixação em edital.

Com o regulamento de atribuição de bolsas de estudo, a CM Tomar pretende “minorar as dificuldades económicas sentidas por alguns agregados familiares do concelho de Tomar, as quais representam sérios obstáculos ao prosseguimento de estudos por parte dos seus descendentes”.

O Município de Tomar vai atribuir 42 bolsas de estudo a alunos naturais do concelho ou nele residentes há mais de cinco anos que se encontram a frequentar o ensino superior. A proposta de atribuição foi aprovada na reunião de Câmara de ontem, após análise técnica feita pelos serviços.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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