O Laboratório da Polícia Judiciária, dirigido pelo tomarense Carlos Farinha, foi distinguido nos Estados Unidos da América com um prémio na área da identificação por impressões digitais, tendo o prémio sido entregue na Conferência Anual de Identificação Biométrica (realizada em Los Angeles). Trata-se do reconhecimento daquele que foi considerado o melhor trabalho em 2017 no âmbito das impressões digitais.

O caso, na base da distinção, surgiu no âmbito de uma investigação sobre pornografia infantil na internet, efetuada pela Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica. A intervenção do laboratório, que permitiu conhecer a identidade de dois abusadores sexuais, foi considerada inovadora e de grande qualidade, abrindo novos campos à utilização da lofoscopia e no recurso às bases de dados biométricas.

O tomarense Carlos Farinha, coordenador superior da Polícia Judiciária, é diretor do Laboratório de Polícia Científica, desde abril de 2009. Anteriormente, dirigiu a diretoria de Lisboa, da PJ, e chefiou os departamentos da Madeira e Leiria.

Esteve também na direção do combate ao crime económico quando o departamento era dirigido por Maria José Morgado. É quadro da PJ desde 1981, onde começou na perícia criminalística.

Aos 12 anos já queria ser jornalista e todo o seu percurso académico foi percorrido com esse objetivo no horizonte. Licenciada em Jornalismo, exerce desde 2005, sempre no jornalismo de proximidade. Mãe de uma menina, assume que tem nas viagens a sua grande paixão. Gosta de aventura e de superar um bom desafio. Em maio de 2018, lançou o seu primeiro livro de ficção intitulado "Singularidades de uma mulher de 40", que marca a sua estreia na escrita literária, sob a chancela da Origami Livros.

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