Foto: Pixabay

O Instituto Politécnico de Tomar vai ser o anfitrião do Concurso Nacional Poliempreende, de 9 a 13 de setembro, acolhendo docentes e respetivas equipas de Politécnicos de todo o país. Estes irão apresentar as mais inovadoras ideias de negócio num concurso que já vai na sua 16ª Edição e que se realiza na cidade de Tomar pela primeira vez.

O concurso Poliempreende é promovido pelas instituições politécnicas do país e escolas superiores não integradas e ainda pelas escolas politécnicas das universidades, tendo por objetivo incutir e estimular o empreendedorismo, a criatividade e a iniciativa, bem como proporcionar saídas profissionais, de preferência através da criação do próprio emprego, lê-se em informação enviada ao nosso jornal.

O IPT, enquanto coordenador desta edição, apresenta uma agenda diversificada, de cariz  empresarial, cultural e social, dando oportunidade a professores e alunos do país e além-fronteiras para ficarem a conhecer uma pequena mostra do que de mais inovador a região tem para oferecer.

O concurso culmina com as apresentações dos projetos vencedores da fase regional, realizada nos respetivos politécnicos, e que procuram agora a vitória nacional. O júri será composto por representantes do Santander, da Softinsa, da OCC, da Delta Cafés e presidido pelo IPT.

De entre os 21 Politécnicos a concurso, e com a participação internacional da Fundação Universidade Empresa das Ilhas Baleares, serão distribuídos € 22 000 aos vencedores, com o patrocínio do Santander para o 1º Prémio, no valor de €10 000; da Softinsa para o 2º Prémio, no valor de €5000; 3º Prémio de €3000, pela Ordem dos Contabilistas Certificados. A Delta Cafés patrocina os Prémios de Inovação e de Internacionalização, no valor de €2500 e €1500, respetivamente.

A 16ª edição do Poliempreende conta também com o apoio da Câmara Municipal de Tomar, da Câmara Municipal de Abrantes e do Mc Donald’s Tomar.

Pode obter mais informações sobre o 16º Poliempreende aqui.


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Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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