1.º lugar: IP Porto - Poliempreende 2019 - Foto: IPT

A 16ª edição do concurso de empreendedorismo e inovação promovida pelos politécnicos de todo o país decorreu pela primeira vez na cidade de Tomar. Os vencedores deste ano foram apurados entre 21 equipas.

O primeiro prémio foi conquistado pelo Instituto Politécnico do Porto, com o projeto BullyBan, uma ferramenta que visa minimizar os problemas associados ao bullying. O segundo lugar foi ocupado pela equipa do Instituto Politécnico de Leiria, que apresentou um projeto na área da saúde – o CBmeter. Já o terceiro lugar foi conquistado pelo Hydroponic Evolution Farm, uma ideia no âmbito da agricultura desenvolvido pelo Instituto Politécnico da Guarda.

Cada uma das equipas recebeu prémios no valor de €10.000, € 5.000 e €3.000, respetivamente. Estes valores servirão para aplicar no arranque e implementação dos seus projetos, sendo que advêm de apoios de entidades, caso do Banco Santander com o primeiro prémio, a Softinsa e a Ordem dos Contabilistas Certificados com o segundo e o terceiro prémio.

Já os Prémios de Inovação e de Internacionalização, no valor de €2.500 e €1.500, patrocinados pela Delta Cafés, foram atribuídos às ideias empreendedoras do Instituto Politécnico de Santarém e da Universitat de les Illes Balears, respetivamente. A primeira na área dos recursos humanos e a segunda no turismo.

As defesas dos projetos empreendedores decorreu nos dias 12 e 13 de setembro, no campus do Instituto Politécnico de Tomar. O júri foi composto por Cristina Neves (Santander), Nuno Dionísio (Softinsa), Nelson Ferreira (OCC), Tiago Ferreira (Delta Cafés), Sandra Alvim (IAPMEI) e presidido pela Cláudia Pires da Silva (IPT).

Os prémios serão entregues em data e local a anunciar pela organização.


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Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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