IPT abre candidaturas para Curso de Tecnologia e Produção nas Artes do Espetáculo. Foto: IPT

O Politécnico de Tomar (IPT) inicia, no próximo dia 8 de junho, a primeira fase de candidaturas para os seus Cursos Técnicos Superiores Profissionais (cTeSP).

Entre as opções disponíveis na Escola Superior de Tecnologia de Tomar, destaca-se o curso de Tecnologia e Produção nas Artes do Espetáculo (TPAE), uma formação prática desenhada para responder à crescente procura por profissionais qualificados no setor da cultura e entretenimento.

Com a duração de dois anos e um estágio integrado de 30 créditos, o curso foca-se no manuseamento de equipamentos de som, luz e imagem, bem como no planeamento e organização de produções artísticas.

O corpo docente conta com nomes de referência, como o músico e docente Carlos Moisés, responsável pelas disciplinas de assessoria e produção, e o professor doutorado João Simões Tomaz, que sublinha a elevada viabilidade profissional da área.

IPT lança curso profissional de tecnologia e produção nas Artes do Espetáculo. Foto: CM

Os alunos do TPAE adquirem competências que lhes permitem atuar como técnicos de som e luz, assistentes de produção de eventos ou gestores de projetos culturais em teatros, estúdios e associações. Nesse sentido, o curso tem vários parceiros, como as empresas Andamento e FrentMaster, Festival Bons Sons, Cine-Teatro Paraíso (Tomar) e Teatro Municipal de Ourém, entre outros.

Segundo João Tomaz, o curso destina-se a quem possui o 12.º ano ou idade superior a 23 anos e demonstre interesse pela tecnologia e criatividade.

Além das artes do espetáculo, o Politécnico de Tomar oferece vagas em diversas áreas, desde Energias Renováveis e Design Multimédia até Gestão de Turismo e Marketing Digital, com candidaturas disponíveis através do portal oficial da instituição.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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