Para o próximo ano letivo, o Instituto Politécnico de Tomar (IPT) abre 477 vagas no concurso de acesso ao ensino superior, segundo dados divulgados pela Direção Geral do Ensino Superior. É um número que se mantém desde 2014.

Engenharia Química e Bioquímica é o curso mais exigente (121,4) e o segundo com menor número de vagas, apenas 21.

Dos 15 cursos que funcionam atualmente no IPT (quatro em Abrantes), os que apresentam maior número de vagas são os de engenharia Informática (49), gestão de empresas (48) e design e tecnologia das artes gráficas (45).

A nível nacional, o IPT é o que oferece menos vagas no concurso de acesso ao ensino superior.

No total do país há 42.128 vagas para 952 licenciaturas, 8.547 vagas para 103 mestrados integrados e 163 vagas para sete cursos preparatórios de mestrado integrado.

As candidaturas à primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior arrancaram no dia 19, decorrem até 8 de agosto, e devem ser submetidas ‘online’, no portal da DGES (http://www.dges.gov.pt), devendo os candidatos usar o cartão do cidadão para autenticação.

Os resultados da primeira fase são divulgados no dia 11 de setembro, no portal da DGES, e seguem-se depois a segunda e terceira fase do concurso nacional de acesso.

 

Vagas no concurso de acesso ao ensino superior – 2017/2018

Instituto Politécnico de Tomar

Escola Superior de Gestão de Tomar

Curso Vagas
Contabilidade 25
Gestão de Empresas 48
Gestão de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional 32
Gestão Turística e Cultural 27

 

Escola Superior de Tecnologia de Tomar

Curso Vagas
Conservação e Restauro 30
Construção e Reabilitação 23
Design e Tecnologia das Artes Gráficas 45
Engenharia Eletrotécnica e de Computadores 35
Engenharia Informática 49
Engenharia Química e Bioquímica 21
Fotografia 30

 

Escola Superior de Tecnologia de Abrantes

Curso Vagas
Comunicação Social 32
Engenharia Mecânica 27
Informática e Tecnologias Multimédia 33
Vídeo e Cinema Documental 20

Fonte: DGES


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Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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