Obra de Sophia inspira Festival Estátuas Vivas de Tomar. Foto arquivo: Luis Ribeiro

No ano do centenário de uma das poetas maiores da Língua Portuguesa, o Festival Estátuas Vivas de Tomar é dedicado a Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004). Entendida na sua dupla aceção, a palavra evoca a escritora mas também a palavra grega que significa sabedoria, juntando ambas como mote para o festival que decorrerá nos dias 7 e 8 de setembro.

Como aconteceu o ano passado, o primeiro dia, sábado, terá por base esta temática, com 16 quadros criados propositadamente a propósito de referências da obra da autora, mas que aprofundam também a sua leitura.

No domingo, o Festival terá tema livre, com a particularidade de incluir os dez quadros mais votados do Living Statues Masters, eleição da melhor estátua viva do mundo, cujo vencedor será revelado no final do Festival.

O Festival Estátuas Vivas de Tomar decorre no Mouchão Parque e no jardim da Várzea Pequena, dois espaços verdes contíguos em pleno coração da cidade, separados apenas pelo rio Nabão.

O Festival Estátuas Vivas é uma iniciativa do Município de Tomar e decorrerá no seguinte horário: sábado, 7 de setembro, das 17 às 19 e das 22 às 24 horas; domingo, 8 de setembro, das 11 às 13 e das 17 às 19 horas.

Festival de Estátuas Vivas é já uma imagem de marca em Tomar. Foto: Luís Ribeiro

Bilhetes com entrada grátis até aos 12 anos

pulseira livre-trânsito para os 2 dias – 5,00€ (público geral) / 2,50€ (13 aos 18 anos)

pulseira diária – 3,00€ (público geral) / 1,50€ (13 aos 18 anos)


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A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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