O vice-presidente da Câmara Municipal de Tomar, Hugo Cristóvão (PS) afirmou que a empresa responsável pela empreitada, Calaveiras Unipessoal, Lda, de requalificação da área envolvente da Biblioteca Municipal António Cartaxo da Fonseca fez mais um pedido de prorrogação à autarquia, que foi indeferido, não existindo razões para os atrasos que tem ocorrido.
“A empresa pediu uma prorrogação do prazo, nós indeferimos, porque não havia razão e portanto nesta altura a empresa está em incumprimento. De facto, entendemos que não haja qualquer tipo de justificação por muito que possamos entender os problemas que a empresa possa ter, mas não achamos que para uma obra daquela dimensão acha razão para tantos atrasos e por isso indeferimos”, explicou Hugo Cristóvão.
O vereador do PS não quis adiantar mais, para não estar a pôr em causa eventuais tramitações futuras. De relembrar que a Câmara já deu várias prorrogações do prazo de execução. A obra começou a 12 de maio de 2022, sendo que o prazo era de seis meses, estando assim com cerca de meio ano de atraso. O preço contratual da empreitada é de 211.073,45€.
Os trabalhos englobam a requalificação da envolvente ao carvalho de grande porte (classificado como árvore de interesse público), eliminando o espelho de água e criando um novo acesso à Biblioteca, sendo que será igualmente alterado o estacionamento na Alameda dos Templários, do lado poente.
Segundo informação divulgada pelo município, o mobiliário urbano vai também ser renovado e pretende-se ainda introduzir duas zonas de “street fitness”.
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