Entre os finalistas da região estão o Castelo de Almourol, em Vila Nova da Barquinha, e o Castelo Templário de Tomar, ambos na categoria de Castelos, bem como o Convento de Cristo, na categoria Religião, e a Barragem de Castelo do Bode, na categoria Grandes Obras.
As votações abriram na sexta-feira (AQUI) e decorrem no âmbito da edição de 2026 das Novas 7 Maravilhas de Portugal, iniciativa dedicada ao património construído histórico e contemporâneo, que selecionou 147 finalistas a partir de 629 candidaturas apresentadas em todo o país.
Tomar é o concelho mais representado do Médio Tejo, com três patrimónios apurados para a fase nacional do concurso.




Além dos candidatos do Médio Tejo, a região da Lezíria do Tejo conta com patrimónios finalistas como a Sé Catedral de Santarém, na categoria Religião, o Mercado de Santarém e o Palácio da Justiça de Santarém, ambos na categoria Arquitetura do Século XX, e a Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, na categoria Turismo.
No Alto Alentejo, foi igualmente apurado o Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor, na categoria Arquitetura do Século XXI.
Em declarações à Lusa, o presidente das 7 Maravilhas de Portugal, Luís Segadães, afirmou que esta edição assinala o regresso do concurso quase duas décadas depois da primeira iniciativa, realizada em 2007.
“Vimos de quase 20 anos a promover os grandes valores da identidade nacional. Escolhemos temas que tocam muito fundo nos portugueses e que têm a ver com a sua identidade, com os valores da sua terra”, afirmou.
Segundo Luís Segadães, o processo recebeu mais de 600 candidaturas, avaliadas por um painel de especialistas e por um conselho científico independente.
“O painel de especialistas reduziu a lista para 147 patrimónios, organizados pelas sete regiões turísticas do país e pelas sete categorias do concurso”, explicou.
As meias-finais regionais arrancam a 13 de junho e prolongam-se até julho, sendo os patrimónios submetidos a sucessivas votações públicas até à final nacional, marcada para 12 de setembro.

