Convento de Cristo vai ter em 2025 obras de reabilitação orçadas em 5,2 ME. Foto: DR

A diretora do Convento de Cristo, Andreia Galvão, foi reconduzida no cargo, anunciou a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC). Diretora do Convento de Cristo, em Tomar, desde 2014, foi, entre outros cargos, responsável pela elaboração do Plano Estratégico para o Monumento, pela redefinição das linhas de ação, desenvolvimento de diversas ações para o estudo, restauro, conservação, valorização e divulgação do monumento e do seu acervo, requalificação, musealização e valorização de diversos espaços do monumento, alguns encerrados ao público.

A par de Andreia Galvão, também o diretor do Mosteiro da Batalha, Joaquim Ruivo, foi reconduzido no cargo, anunciou a DGPC. As nomeações surgem na sequência da conclusão de concursos internacionais para a direção dos dois monumentos, tendo os dirigentes entrado em funções a 01 de junho, dando continuidade ao cargo que Andreia Galvão exerce desde 2014 e Joaquim Ruivo desde 2013, segundo a nota divulgada pela DGPC.

Os dois dirigentes juntam-se aos restantes 19 diretores já designados no âmbito dos concursos internacionais para o universo dos museus, monumentos e palácios nacionais da DGPC, em curso desde 2020.

Andreia Galvão. Foto: DR

Andreia Maria Bianchi Aires de Carvalho Galvão é doutorada em Arquitetura, na vertente de Teoria da Arquitetura, pela Universidade Lusíada de Lisboa, desde 2004.

Tem uma pós-graduação em Conservação e Recuperação de Edifícios e Monumentos obtida, em 1985, no Instituto Superior Técnico, tendo-se licenciado em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa, no ano anterior.

Licenciada e doutorada em Arquitetura, Andreia Galvão foi vice-presidente e subdiretora do Instituto Português do Património Arquitetónico e Arqueológico (IPPAR)/Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico (IGESPAR) entre 2005 e 2009.

Antes de assumir a direção do Convento de Cristo, em Tomar, Andreia Galvão foi ainda responsável pela coordenação da gestão e valorização dos Mosteiros da Batalha, Alcobaça, Jerónimos e Convento de Cristo, e diretora e coordenadora do Museu de Arte Popular (MAP), em Lisboa, entre 2012 e 2013, onde reprogramou a curadoria das exposições.

Por seu lado, Joaquim Ruivo é licenciado em História, disciplina que ensinou entre 1995 e 2013. Ao longo da carreira desempenhou várias funções técnico-pedagógicas e de gestão e administração na Escola Secundária da Batalha, tendo sido também coordenador da Equipa de Educação Especial de Alcobaça.

Foi ainda presidente de direção do Centro de Património da Estremadura de 2006 a 2013 e vice-presidente e presidente da assembleia-geral da Amnistia Internacional Portugal, entre 2008 e 2011.

c/LUSA

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